Lotus diz que sua dupla não teve a chance de explorar todo potencial do E23

Grosjean

Para Chester e Gastaldi, o GP da Malásia foi um duro aprendizado sobre a importância de não errar na elaboração da estratégia do time de Enstone.

 

A Lotus terminou o GP da Malásia sem pontos. O time de Enstone teve somente como destaque o desempenho apresentado por Romain Grosjean, que terminou a prova no circuito de Sepang na 11° colocação. Já Pastor Maldonado não teve a mesma sorte. O venezuelano abandonou a corrida devido a um problema ocorrido no sistema de freios do E23.

Grosjean

Chester e Gastaldi lamenta pelo desempenho de Grosjean (foto) e Maldonado no GP da Malásia

Para o chefe de equipe da Lotus, Federico Gastaldi, apesar do resultado do GP da Malásia, a dupla de pilotos da esquadra de Enstone não soube explorar todo o potencial da máquina anglo-francesa. “Ambos poderiam ter marcado pontos, mas infelizmente saímos sem nada da Malásia”, lamentou.

“Pastor [Maldonado] e Romain [Grosjean] não souberam explorar o potencial do nosso carro. Mas isso é normal no automobilismo. Agora estamos focados para o GP da China e queremos terminar a prova em Xangai com os nossos pilotos pontuando. Sabemos que este vai ser um grande desafio”, declarou Gastaldi.

Sobre os problemas apresentado no sistema de frenagem do E23 de Maldonado, o diretor-técnico da Lotus, Nick Chester, afirmou que o dispositivo sofreu devido as altas temperaturas da pista de Sepang. “É uma vergonha que nós tivemos um grande ritmo no fim de semana e o desempenho abaixo do esperado em Kuala Lumpur”, destacou.

“Romain [Grosjean] poderia ter pontuado, mas o tráfego lhe atrapalhou na busca de mais espaço. Já o que aconteceu com Pastor [Maldonado] foi uma fatalidade”, lamentou. “Estamos muito ansiosos para o GP da China. Xangai é uma pista onde o potencial do nosso carro pode ser levado até o limite”.