Para Grosjean, é “uma honra representar a América”

Grosjean

O condutor sente-se lisonjeado mas sabe da responsabilidade de representar uma nação tão patriota quanto a dos Estados Unidos

 

Para o Haas, o GP dos EUA tem um sabor singular em comparação aos outros do calendário da Fórmula 1. A particularidade do circuito se dá pelo fato da equipe ser a única na categoria que é dos EUA e é natural querer fazer uma boa participação em casa.

Mesmo tendo nascido em Genebra, na Suíça, Romain Grosjean considera Austin como seu lar, consciente da representatividade da sua participação no traçado. “Minha corrida em casa será no próximo ano na Ricard”,  ele sorriu “entretanto, terei a honra de representar a América nesse GP de Austin com a ambição de alcançar um ótimo resultado. Adoro esse circuito e correndo aqui para Haas acrescenta um pouco de pressão no bom senso da palavra.”

O retrospecto quando estava na Lotus, passa confiança a escuderia e principalmente ao motorista.

“Suzuka foi uma boa corrida para nós, mas isso não significa necessariamente que será fácil repetir esse desempenho em Austin”,  afirmou Romain.

Grosjean sempre se saiu bem no Texas, principalmente em 2013 quando competia pela Lotus. Lá, ele conseguiu o sua melhor colocação na carreira, terminando em 2º lugar atrás do vencedor Sebastian Vettel.

Depois de terminar pontuando com os dois carros no último GP no Japão, a Haas aborda a “corrida em casa” com grande entusiasmo. “O  curso é seletivo, exigindo os freios e teremos que resolver nosso carro nas sequências como de costume, será muito apertado no meio e teremos que ficar focados para sair do jogo.”