Renault garante que problemas de confiabilidade serão resolvidos no GP da China

Taffin admitiu que a Renault demorou para solucionar problemas.

Segundo Taffín, a meta é terminar o fim de semana sem nenhum problema técnico no circuito de Xangai.

 

A Renault estabeleceu uma meta para o GP da China. A montadora determinou que nem a Red Bull Racing (RBR), como também a Scuderia Toro Rosso (STR), não vão passar por problemas técnicos na realização da terceira corrida da temporada 2015 de Fórmula 1, no circuito de Xangai. Em entrevista para a emissora de TV francesa ‘Canal Plus’, o diretor de provas da fabricante, Rémi Taffin, declarou que tem esperanças de melhorar a potência da sua unidade de força durante a realização da etapa chinesa de F1.

Taffin

Taffin tem esperanças sobre resolução de problemas de confiabilidades do RB11 no GP da China

“Em Sepang, o melhor do nosso lado foi entender os problemas que aconteceram com a Red Bull”, declarou. “Quanto a isso, acredito que já os resolvemos. A temporada começou de verdade para nós na Malásia. Por isso, a nossa meta agora é passamos pela China sem sofrer nenhum problema técnico nos carros da Red Bull e Toro Rosso”, afirmou.

“É claro que estamos esperando uma melhora no desempenho do nosso motor e do chassi da Red Bull para o GP da China. Para isso, estamos trabalhando de forma em conjunto para conseguir o máximo de desempenho na pista de Xangai”, complementou.

Questionado sobre uma possível crise no relacionamento entre a Renault e a Red Bull, Taffín reforçoua importância da parceria realizada pela escuderia de Milton Keynes e a fabricante francesa. “Não é à toa que conquistamos quatro títulos mundiais”, declarou. “A Red Bull sempre teve um bom desenvolvimento do seu carro. Mais cedo ou mais tarde, nós iremos conseguir melhorar o nosso desempenho dentro da pista” garantiu.

“A atual situação na pista foi apenas um revés na nossa relação. Mas isso foi devidamente resolvidos. Na Austrália, a culpa foi nossa. Na Malásia, foi da Red Bull. Então, precisamos não mais nos culpamos, mas sim procurar soluções para este problema”.