Vandoorne afirmou que McLaren-Honda conseguiu resolver alguns problemas de confiabilidade no MCL32

Vandoorne

O condutor belga afirmou que os dois dias de testes no circuito de Sakhir foi útil para analisar algumas soluções para melhorar a confiabilidade da máquina do time de Woking.

 

Apesar da pouca quilometragem e dos problemas apresentados pelo MCL32 durante os dois dias de testes pós-GP do Bahrein, realizados na terça (18) e quarta-feira (19) passados, para Stoffel Vandoorne, pode-se dizer que a McLaren-Honda obteve desempenho positivo. Nesta sexta-feira (21), o condutor belga destacou que este período foi necessário para os engenheiros, mecânicos e técnicos do time de Woking conseguirem aplicar algumas soluções na máquina nipo-britânica. Vandoorne acredita que a confiabilidade do seu bólido deverá estar com nível pouco mais alto se comparado com os três primeiros GPs deste ano.

“Então, podemos dizer que foi bom sim”, respondeu Vandoorne em entrevista para a revista britânica ‘Autosport’. “Mas, não temos garantia de que os problemas não possam ocorrer da próxima vez”, respondeu.

Vandoorne acredita que McLaren-Honda pode melhorar desenvolvimento do MCL32

“Acredito que houve uma melhora na confiabilidade do nosso carro. Tivemos algumas soluções que funcionaram bem. Apesar de que do ponto de vista da equipe, estamos prestes a passar por caminhos diferentes”, opinou.

“Havia alguns novos bits em que queríamos ter experimentado. Mas, usamos esses dois dias para aprender algumas coisas fundamentais. Foi bom para a equipe quando o desempenho estava lá. Para mim, estamos correndo na direção certa. Então, tivemos dias produtivos”, complementou.

Entre os pontos fortes do MCL32, Vandoorne destacou a aerodinâmica do carro da McLaren-Honda como a área que mais tem dado progressos nas últimas três corridas deste campeonato. “Nas próximas etapas iremos testar algumas coisas na nossa máquina, e quem sabe ficar ainda mais fortes”, respondeu.

“Mas analisando friamente, acho que as linhas do nosso carro são o ponto mais forte. Durante o fim de semana, eu senti que a aerodinâmica do chassi era algo que nos dava conforto dentro da pista”, elogiou.

“Mas sabemos que o nosso maior déficit está relacionado com a falta de poder da unidade de força. Há um monte de trabalho para ser realizado nesta área. Acredito que em breve contaremos com novas peças. E quem sabe, continuar seguindo no caminho certo. Precisamos de um motor híbrido que possa nos ajudar nisso”.