Conversa de bastidores em Suzuka irritou Marko, que teme perder Verstappen

Marko não gostou nem um pouco de ver o pai e o empresário de Verstappen conversando com Toto Wolff em Suzuka

 

Desde a estréia de Max Verstappen na categoria, na temporada 2015, o chefe da Mercedes Toto Wolff se sente arrependido por não ter segurado o jovem condutor. Na época, ele havia proposto a Jos Verstappen, pai de Max, colocar seu filho no DTM enquanto era piloto de desenvolvimento da escuderia alemã na F1.

Depois de um teste de rotina em um FR3.5 em Spielberg, Helmut Marko foi mais rápido e decidiu promover Max. Com apenas 16 anos de idade, ingressou na Fórmula 1 no fim da temporada 2014, participando de testes às sextas-feiras, com a garantia de uma vaga na Toro Rosso no ano seguinte.

A situação aumentou a inimizade já conhecida entre os dirigentes, que comandam duas das maiores escuderias da modalidade e criaram a rivalidade no seu país de origem, já que são austríacos.

A desavença entre Helmut e Toto é antiga e o ocorrido em Suzuka, despertou a raiva do ex-piloto.

Três anos depois, Wolff admitiu que ainda tem esperança de ver Verstappen pilotar uma Mercedes. Em Suzuka, ele foi novamente visto na companhia de Jos Verstappen e Raymond Vermeulen, que gerencia a carreira de Max, causando a descontentamento de Marko, que criticou a falta de elegância do compatriota.

“Eu tive um bom relacionamento com Jos desde bem antes de Max ter podido correr na F1, onde ocasionalmente tomamos um café junto com amigos. Na Mercedes, preferimos pensar com a cabeça”, defende Wolff após um ataque de Marko onde afirmou que apenas a Red Bull tem coragem para apostar em jovens motoristas, ao contrário de Mercedes e Ferrari.