FIA estuda possibilidade de F1 trocar motores híbridos por propulsores mais barulhentos e baratos em 2021

Todt

Segundo Jean Todt, a questão ainda não foi concluída. Mas este pode ser o novo caminho apontado pelas montadoras para o futuro da Fórmula 1 sobreviver após o fim do Pacto de Concórdia.

 

O fim de semana passado foi de intenso debate nos bastidores da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). As montadoras do atual grid da Fórmula 1 (Mercedes, Renault, Honda e Ferrari) junto com a Audi, Cosworth e Lamborghini discutiram sobre a possibilidade da principal categoria do automobilismo mundial adotar outros tipos de tecnologia de motores após o fim do Pacto de Concórdia, acordo este válido até o campeonato de 2020.

Nesta segunda-feira (3), o presidente da FIA, Jean Todt, comentou sobre o resultado do encontro. Todt não deu detalhes sobre as questões debatidas pelas montadoras. Mas admitiu que a atual tecnologia híbrida poderá ser substituída a partir do campeonato de 2021.

Todt admite possibilidade da F1 ter novos motores a partir de 2021

“Fiquei muito satisfeito com o processo e o fato de debatemos diferentes ideais para a Fórmula 1”, afirmou Todt em entrevista para a revista britânica ‘Autosport’. “Agora vamos sentar e trabalhar sobre as novas características dos motores para o campeonato de 2021. Começaremos com o pé direito. Estou ansioso para ver qual solução iremos adotar para o futuro da F1”.