Para Palmer, condição física será a chave de desempenho para os pilotos na temporada de 2017 de F1

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O condutor britânico ressaltou a sua preocupação com o preparo físico. E ainda destacou que a resistência será o diferencial dos pilotos para dominar carros ainda mais velozes.

 

A temporada de 2017 de Fórmula 1 promete uma grande mudança na principal categoria do automobilismo mundial. Os bólidos devem contar com novo layout, os pneus agora serão mais largos e é esperado o aumento dos níveis de downforce, aderência e velocidade. Para Jolyon Palmer, os pilotos podem sentir o impacto da mudança de regulamento na exigência física para pilotar os novos carros da temporada de 2017.

Nesta quarta-feira (11), o condutor da Renault destacou a sua preocupação diante do tema. Palmer ainda revelou que tem trabalhado de forma intensa para adquirir melhor condição física para a próxima temporada. “O condicionamento físico irá fazer a diferença”, respondeu Palmer em entrevista para a revista francesa ‘F1i’.

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Palmer destaca que preparo físico deve ser essencial para pilotar carros da temporada de 2017

“Embora ainda não sabemos o verdadeiro desempenho dos nossos carros, pois somente temos dados disponíveis, as previsões são que os condutores precisam melhorar a sua resistência para pilotar máquinas ainda mais velozes”, explicou. “Se alguns falhar neste planejamento, eles podem ter problemas com a sua pilotagem”, destacou.

Palmer ainda se questionou sobre o ganho de velocidade dos carros da temporada de 2017. O condutor britânico afirmou que talvez o uso da Asa Móvel (DRS) seja descartada em ultrapassagens, caso realmente seja constatada o acréscimo de rapidez nos monopostos.

“Nós não sabemos o que realmente deverá acontecer em Melbourne”, respondeu. “Se você olhar no passado, principalmente para as mudanças em que ocorreram entre as temporadas de 2007 e 2008, os pilotos conseguiam ultrapassar, apesar de não existir o DRS”, lembrou. “Eu acho que os carros podem ficar ainda mais rápidos. E isso será um verdadeiro desafio. Embora que em alguns cantos, isso tornará as coisas ainda mais difíceis”.