Saiba como a “dança das cadeiras” na Toro Rosso pode beneficiar a Haas

Magnussen

A mudança de motoristas no meio da temporada, pode aumentar as chances da escuderia americana finalizar o ano com uma boa colocação no mundial de construtores

 

A Haas trava uma batalha apertada para tentar assumir a 5ª colocação na classificação dos construtores. Atualmente na 7ª posição com 43 pontos, a equipe tenta conter a Renault, com 1 ponto a menos, e vai brigar para superar a Toro Rosso e a Williams nas quatro corridas de encerramento, para atingir o objetivo.

A equipe da Carolina do Norte aumentou as esperanças ao pontuar no traçado do Japão, quando Kevin Magnussen e Romain Grosjean terminaram a prova respectivamente em 8º e 9º.

Steiner acredita que a transferência de Sainz [ marcou 48 dos 52 pontos da Toro Rosso], assumindo o lugar de Jolyon Palmer na Renault e o fato da STR chegar com o ambiente cheio de incertezas para o GP dos EUA, beneficie sua equipe. “Espero que ajude, porque Sainz é um bom motorista e ele marcou quase todos os pontos da Toro Rosso. Eu não diria que temos confiança, mas vamos tentar até o fim. Trabalharemos duro e sinto que estamos mais perto da STR. A batalha não acabou lá, ela apenas começou na minha opinião.”

Steiner garante que a equipe vai buscar o 5º lugar, mesmo com as adversidades nas ùltimas 4 corridas da temporada.

A escuderia de Gene Haas, planeja fazer a última atualização da temporada para sua corrida em casa, mas não espera ganhos significativos no tempo de volta, pois a maioria se concentra para os desafios do próximo ano. “Temos pequenas atualizações para Austin, a última para este carro. É uma pequena modificação para o chão, mas é pequena, não é algo que nos faça passar meio segundo mais rápido, nada perto disso”, disse Steiner.

Haas passou a temporada lutando para entender seu desempenho de um fim de semana para outro e de qualificação para a corrida. Ela enfrentou o calor da Malásia, mas percebeu que se saia melhor à medida que as temperaturas caíram, como no último GP do Japão. “Há muitos times aqui que não sabem por que são rápidos ou lentos. Tem muito a ver com os pneus. Parece que no frio, é mais fácil trabalhar com os pneus. Acredito que seja por isso, até porque, nas trilhas altas, nosso aero não é o melhor “, admitiu o chefe da equipe.